(Columbine – Isaac Maimon)

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À ALEGRIA
(Guilherme Belmont)
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Um tempero para dar gosto à alegria,
sem desespero que ela, não tarda, já vem.
Então chega tão bela quanto antes dizia;
é o Éden, o Inferno, um prazer do Além.
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Eu busco em seu cheiro, quais mistérios contém.
E seu incenso, se torcendo de agonia,
mil outros enigmas esconde também,
igual a uma esfinge que nos desafia.
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“Decifra-me! Ou te mato!” ela me diz,
porém seus pensamentos, prenhes de loucura,
vertem vinho como um sangrar de mil rubis.
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Este sangue tem um feitiço sacro-santo,
como daquelas garrafas cuja água pura,
jorrou, derramou e terminou sem espanto.
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Guilherme Belmont em: Recanto das Letras

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